Política

Camilo Santana afirma que Flávio se recusou a abrir os sigilos após desafio de Lula; veja vídeo

Senador mostra que o adversário tentou impor condicionantes para a abertura de sigilos. O episódio envolve autorizações apresentadas pelas campanhas ao Tribunal Superior Eleitoral.

Redação 23/10/2026
Camilo Santana afirma que Flávio se recusou a abrir os sigilos após desafio de Lula; veja vídeo
Camilo Santana afirma que Flávio se recusou a abrir os sigilos após desafio de Lula; veja vídeo

O senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva, gravou um vídeo comentando o desafio feito pelo presidente a Flávio Bolsonaro para que ambos autorizassem a abertura de seus sigilos. Santana também foi governador do Ceará e ministro da Educação.

Na gravação, Camilo diz que Flávio demorou a aceitar o desafio e apresentou condicionantes. Segundo ele, Lula concordou com as exigências e sua equipe protocolou no TSE documentos sobre pagamentos do cartão corporativo, agenda presidencial e voos da Força Aérea Brasileira.

Assista ao vídeo até o final para acompanhar a declaração de Camilo Santana e o que ele afirma sobre os documentos apresentados pelas campanhas.

O senador também critica as procurações entregues pela equipe de Flávio e questiona a necessidade de uma decisão judicial para a abertura dos dados. No vídeo, ele menciona o ministro André Mendonça, relator do caso, e faz acusações sobre a empresa Alcazar e o advogado Willer Tomaz. Essas declarações são de Camilo; as alegações sobre Flávio e a empresa devem ser entendidas como afirmações do senador e da campanha petista.

A sequência dos fatos exige uma ressalva: as duas campanhas entregaram ao TSE autorizações para a abertura de sigilos bancário, fiscal e telefônico. O ministro André Mendonça afirmou que os candidatos poderiam divulgar os próprios dados sem autorização judicial e que a Justiça Eleitoral não atuaria como intermediária. Até a manhã de 23 de outubro, segundo o UOL, os documentos apresentados eram principalmente procurações e autorizações — não a divulgação pública dos dados em si.

O vídeo termina com Camilo defendendo Lula e pedindo votos para o presidente no segundo turno, marcado para 25 de outubro.