Política
Renan Filho critica crimes eleitorais do grupo de JHC: “Estão desesperados”
Candidato do MDB apontou prisão de servidor por compra de voto com cestas básicas e disparos em massa às vésperas da eleição
Em caminhada realizada no bairro da Ponta da Terra na noite desta sexta-feira (2), o candidato ao governo pelo MDB, Renan Filho, denunciou as manobras do grupo político ligado ao prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PSDB), às vésperas da votação.
Ao citar a prisão de um funcionário da Prefeitura de Maceió flagrado pela Polícia Militar distribuindo cestas básicas acompanhadas de material de campanha, Renan afirmou que a oposição recorre a práticas ilegais diante da derrota iminente das urnas.
“Essa é a prática do adversário: distribuir cesta básica pela prefeitura. Um funcionário do município foi preso em flagrante com santinho dentro da cesta. É uma coisa ridícula, o desespero do derrotado”, declarou Renan a jornalistas e moradores. “Cometem até crime eleitoral para tentar se manter vivos na disputa, mas no domingo o povo alagoano vai dar a resposta na urna.”
Além da apreensão das cestas básicas, o candidato apontou o envio massivo de mensagens SMS promovendo a prefeitura em período proibido e a divulgação de levantamentos manipulados para confundir o eleitorado. Renan desqualificou institutos ligados a aliados de JHC e citou a liderança demonstrada por pesquisas idôneas.
“Eles vivem divulgando pesquisa falsa. Esse Instituto Veritá soltou pesquisa hoje contratada por quem foi investigado na CPI da Covid; estão retribuindo agora com números mentirosos. Outro que faz isso é o instituto ligado ao primo do Arthur Lira. Eles ficam se enganando, mas domingo é a urna. Levantamentos sérios, como o Real Time Big Data em Alagoas e as pesquisas nacionais que mostram Lula crescendo, apontam a nossa dianteira”, assinalou.
Para Renan, o conjunto dessas ações revela um candidato acuado que evita o escrutínio público direto. “Nosso adversário virou um avatar. Ele só fala em ambiente controlado, para quem faz a pergunta que ele quer, e por isso fugiu da imprensa e saiu pela porta dos fundos do debate. A cidade está sem dinheiro, com serviços essenciais interrompidos, lixo acumulado e salários atrasados após torrarem os recursos da Braskem. Como não têm o que mostrar, apelam para o pão e circo. A máscara caiu”, disse.
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