Cidades
Arapiraca: Mulheres acompanham desenvolvimento de filhos nas Arapiraquinhas
As bibliotecas digitais de bairro, as Arapiraquinhas, estão ampliando sua importância na formação educacional das crianças do município, com a participação cada vez mais efetiva das famílias no acompanhamento do desenvolvimento de seus filhos.
Exemplo disso é o caso da dona de casa Michele Rodrigues Brito, moradora da Rua Boa Sorte, no bairro Primavera.
A mulher passou a frequentar a Arapiraquinha para ajudar a filha de dois anos de idade na participação das atividades lúdicas com a contação de estórias dentro da biblioteca digital de bairro.
As regentes Valéria e Marineuza revelam que a cada dia aumenta o número de mulheres e donas de casa acompanhando as atividades dos filhos nas bibliotecas Arapiraquinhas.
“Aqui, no bairro Primavera, como também em outras localidades onde funcionam as bibliotecas, as famílias têm participação ativa no acompanhamento de aprendizagem e desenvolvimento intelectual das crianças”, afirma a regente da Arapiraquinha do bairro Primavera.
A coordenadora das bibliotecas digitais de bairro, professora-mestra Eliane Bezerra, destaca o apoio da secretária de Educação Gorete Queiroz e da gestão da prefeita Célia Rocha, no apoio às ações para o fortalecimento da primeira infância”, frisou a coordenadora, citando também o programa Agapi.
Eliane Bezerra disse que o trabalho nas Arapiraquinhas também recebem o apoio de sua equipe, com a contadora de histórias Maria Cristina Tininha e a arte-educadora Fabiana Salsa.
Implantadas no ano de 2010, durante a gestão do ex-prefeito Luciano Barbosa, com seis unidades, nos bairros Jardim Esperança, Novo Horizonte, Canafístula, Primavera, comunidade rural de Canaã, e bairro Planalto.
Agora, na gestão da prefeita Célia Rocha (PTB) o projeto das Arapiraquinhas ganha mais força e outras duas unidades já foram entregues aos moradores das comunidades de Vila São José e Bananeiras, totalizando oito espaços de incentivo à leitura e pesquisa.
Mantidas pela Prefeitura de Arapiraca, por meio da Secretaria Municipal de Educação, as bibliotecas digitais de bairros têm um acervo com cerca de três mil títulos, salas climatizadas de informática, para contação de histórias e bebeteca, que atende crianças até cinco anos de idade.
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