A facada rende
28/11/2025
E como rende. Bolsonaro usou o atentado de Adélio como plataforma emocional para ganhar a eleição de 2018. Deu certo: virou vítima, virou mártir, virou presidente. Agora tenta repetir a dose. A mesma facada, reciclada, anos depois, surge como argumento derradeiro para evitar o que se avizinha: o cumprimento de pena, a responsabilidade pelos atos e pelos crimes atribuídos.
Mas desta vez, não cola. A sociedade mudou, o cenário político mudou, e a Justiça, pressionada, observada e cobrada, já não embarca na narrativa do “coitado ferido”. A facada que o elegeu não servirá como escudo para livrá-lo da prisão.
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