Tudo em família
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto (PSDB), articula a candidatura de um sobrinho, o advogado Eduardo Porto, para uma vaga no TCE (Tribunal de Contas do Estado). O advogado substituiria, caso aprovado pelos deputados estaduais, o próprio pai, o conselheiro aposentado Carlos Porto.
O episódio em Pernambuco se soma a outros casos recentes de indicação de familiares ligados a políticos nos estados. Na Bahia, a esposa do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), a enfermeira Aline Peixoto, foi aprovada em março para o Tribunal de Contas dos Municípios do estado.
Também em março, no Pará, a advogada Daniela Barbalho, esposa do governador Helder Barbalho (MDB), foi aprovada para o TCE. Aqui em Alagoas a administradora Renata Calheiros, esposa do ex-governador e ministro dos Transportes Renan Filho, também foi indicada para o Tribunal de Contas em dezembro. Os ministros do governo Lula (PT) Wellington Dias (Desenvolvimento Social) e Waldez Góes (Integração Nacional), ambos ex-governadores, emplacaram também suas esposas nos tribunais de contas do Piauí e do Amapá, respectivamente.
Já não seria a hora de acabar com essas sinecuras, que não servem para absolutamente nada?
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