Variedades
Negra Flow e OGCapitu unem forças em “Bitch”, faixa sobre ego, autoestima e independência
Com produção de Luizinhx, single estreia no dia 20 e transforma provocação em afirmação de força feminina
A rapper brasiliense Negra Flow apresenta o single “Bitch”, faixa inédita em parceria com OGCapitu. Composta pelas duas artistas, a música chega com produção, mixagem e masterização de Luizinhx, apostando em uma sonoridade que transita entre o rap e o trap para falar sobre auto confiança, superação e independência. “Bitch” chega às plataformas digitais no próximo dia 20, faça o pré-save.
Na faixa, o termo bitch é deslocado do sentido pejorativo e transformado em uma afirmação de postura. Mais do que uma provocação, a palavra aparece como símbolo de autoestima, ego fortalecido e domínio da própria narrativa. Com flows diretos e presença marcante, Negra Flow e OGCapitu constroem uma música sobre mulheres que reconhecem o próprio valor e não pedem licença para ocupar espaço.

OGCapitu / Divulgação
“Bitch” também marca o encontro entre duas artistas que trazem em suas trajetórias a força da mulher no rap. De um lado, Negra Flow, rapper do Distrito Federal que constrói sua obra a partir de temas como periferia, identidade, racismo, superação e protagonismo feminino. Do outro, OGCapitu, artista mineira nascida e criada em Belo Horizonte, que ganhou projeção nacional ao participar do reality Nova Cena, da Netflix, e se destaca por uma escrita atravessada por vivências enquanto mulher preta e periférica.
Com batidas intensas, linguagem urbana e estética ligada ao trap contemporâneo, o single reforça uma camada mais afrontosa e confiante da trajetória de Negra Flow. Depois de consolidar sua presença na cena com letras de consciência social e força identitária, a artista apresenta em “Bitch” uma faixa que celebra poder pessoal, ambição e liberdade.

Divulgação
Sobre Negra Flow
Negra Flow é rapper, compositora e artista independente do Distrito Federal. Envolvida desde cedo com a cultura Hip Hop, começou escrevendo poesias e encontrou na palavra rimada uma forma de expressar vivências, denunciar desigualdades e afirmar sua identidade. Com letras que abordam periferia, racismo, superação e o papel da mulher no rap, mistura boom bap, trap e elementos da música afro-brasileira em uma sonoridade potente e autêntica. Premiada no evento Arte em Movimento, em São Paulo, integrou em 2025 a line-up do Festival Meskla, um dos maiores festivais de rap/trap do Centro-Oeste, e se prepara para lançar seu próximo álbum no Festival Mantém em 2026.
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