Variedades
Fundação Bienal anuncia equipe curatorial da 37ª Bienal de São Paulo
Evento, marcado para setembro de 2025, terá curadoria liderada por brasileiros e profissionais de diversos países
A Fundação Bienal de São Paulo divulgou nesta terça-feira, 2, os nomes que compõem a equipe curatorial da 37ª edição da Bienal de São Paulo, prevista para setembro de 2025 no Parque Ibirapuera. Ao todo, nove profissionais integram o time, sob a liderança dos brasileiros Amanda Carneiro e Raphael Fonseca.
A equipe reúne curadores renomados, com experiência internacional e origens que vão da América Latina à Oceania. Segundo os curadores-chefes, o grupo "compartilha um interesse comum pela Bienal de São Paulo, pelo Brasil e por uma prática curatorial construída em colaboração".
Confira os profissionais que integram a equipe da 37ª Bienal de São Paulo:
- Ana Salazar Herrera (Equador e Portugal): Fundadora da plataforma Museum for the Displaced e líder do projeto de pesquisa transequatorial. Atua também como pesquisadora curatorial na Diriyah Biennale Foundation, em Riade.
- Léuli Eshraghi (Samoa, Austrália e Canadá): Artista e poeta, responsável por ampliar a coleção do Musée des Beaux-Arts de Montreal.
- Rado Ištok (Eslováquia): Curador e historiador de arte, atualmente integra a Coleção de Arte desde 1945 da National Gallery Prague, na Tchéquia.
- Ryan Inouye (Estados Unidos): Cocurador Kathe e Jim Patrinos de If the word we: 59th Carnegie International e curador de arte internacional do Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh.
- Yina Jiménez Suriel (República Dominicana): Codiretora artística da XIII Sequences Biennial, na Islândia, curadora do programa transdisciplinar The Current IV, da Thyssen-Bornemisza Art Contemporary (TBA21-Academy), e editora associada da Contemporary And (C&) para a América Latina e o Caribe.
A equipe conta ainda com duas assistentes de curadoria: Amanda Tavares, doutora e pós-doutora em História da Arte, e Mayara Carvalho, curadora, escritora, pesquisadora e educadora. Com Amanda Carneiro e Raphael Fonseca como curadores-chefes, esta será a primeira vez que o evento adota um modelo curatorial completamente brasileiro.
Reconhecida como o maior evento de arte da América Latina, a Bienal de São Paulo teve, no ano passado, como tema "Nem todo viandante anda estradas - Da humanidade como prática", inspirado por Conceição Evaristo e idealizado pelo camaronês Bonaventure Ndikung. A equipe de 2023 contou ainda com cocuradores da Marrocos, Suíça e Brasil.
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