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'Michael' tem melhor fim de semana de estreia da história das biografias musicais

Filme sobre Michael Jackson arrecada US$ 217 milhões mundialmente e supera recordes de outras cinebiografias musicais

27/04/2026
'Michael' tem melhor fim de semana de estreia da história das biografias musicais
Michael Jackson - Foto: Reprodução

Michael, cinebiografia autorizada de Michael Jackson, estreou nos cinemas na última quinta-feira, 23, e já quebrou recordes ao se tornar a maior estreia de todos os tempos para um filme do gênero musical.

De acordo com dados do Box Office Mojo, o longa arrecadou impressionantes US$ 217 milhões (aproximadamente R$ 1,086 bilhão) no primeiro fim de semana de exibição mundial, sendo US$ 97 milhões (R$ 485 milhões) apenas nos Estados Unidos e Canadá.

Estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do Rei do Pop, o filme superou títulos como Bohemian Rhapsody, que registrou US$ 124 milhões (R$ 620 milhões) globalmente em sua estreia. Nos Estados Unidos, Michael também ultrapassou Straight Outta Compton: A História do N.W.A., antigo detentor do recorde, com US$ 60 milhões no primeiro fim de semana.

O Brasil figura entre os principais mercados para o sucesso do filme da Universal Pictures. Segundo o Deadline, a arrecadação brasileira no período foi de US$ 8,2 milhões, ficando atrás apenas de EUA/Canadá, Reino Unido (US$ 15,6 milhões), França (US$ 10,2 milhões) e México (US$ 9,7 milhões).

Dirigido por Antoine Fuqua, Michael recebeu críticas mistas da imprensa especializada, com analistas apontando a omissão de aspectos polêmicos da vida do cantor. Ainda assim, o público tem demonstrado grande entusiasmo pelo longa, que aborda a ascensão do artista e sua relação conflituosa com o pai, Joe Jackson (Colman Domingo).

No cenário de bilheterias de 2026, apenas Super Mario Galaxy: O Filme superou Michael até o momento, com uma arrecadação de US$ 372,5 milhões em sua estreia global. A animação segue em cartaz nos cinemas.

Alguns episódios marcantes da vida de Michael Jackson ficaram de fora do filme, como as acusações de pedofilia de 1993. Além disso, personagens como Janet Jackson, que não autorizou o uso de sua imagem, e Diana Ross, cortada por "questões legais", segundo a atriz Kat Graham, não aparecem na produção.

Michael segue em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.