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“Tremembé”: nova série do Prime Video explora bastidores da prisão que marcou casos de crimes famosos no Brasil
A série brasileira “Tremembé”, recém-lançada no Prime Video, transporta o público para dentro da Penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, o famoso presídio Tremembé II, em São Paulo — conhecido por abrigar alguns dos detentos mais notórios do país. A produção mistura drama e true crime, revelando a rotina, as tensões e os dilemas vividos por figuras envolvidas em crimes que chocaram o Brasil.
Inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido” e “Suzane: assassina e manipuladora”, escritos pelo jornalista Ullisses Campbell, a obra revisita histórias reais e mergulha nas relações e conflitos dentro do sistema prisional. Cada um dos cinco episódios, com duração inferior a uma hora, traz reflexões sobre culpa, poder, arrependimento e sobrevivência.
No elenco, Marina Ruy Barbosa interpreta Suzane von Richthofen, condenada pelo assassinato dos pais em 2002, enquanto Carol Garcia dá vida a Elize Matsunaga, condenada por matar e esquartejar o marido em 2012. Bianca Comparato interpreta Anna Carolina Jatobá, condenada pela morte da enteada Isabella Nardoni em 2008. A trama também conta com Felipe Simas e Kelner Macêdo como os irmãos Cravinhos, Lucas Oradovschi como Alexandre Nardoni e Anselmo Vasconcelos no papel de Roger Abdelmassih.
A direção é de Vera Egito, que também assina o roteiro com Ullisses Campbell, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. Produzida pela Paranoid, em parceria com o Amazon MGM Studios, a série teve acompanhamento jurídico durante o processo de roteirização para garantir fidelidade sem ferir direitos das partes envolvidas.
As gravações ocorreram no segundo semestre de 2024 e marcaram o primeiro trabalho de Marina Ruy Barbosa após o fim de contrato com a Globo. Segundo o elenco, interpretar personagens baseados em crimes reais exigiu preparo emocional e psicológico intenso.
Com uma narrativa tensa e cinematografia realista, “Tremembé” vai além da reconstituição dos fatos: propõe um olhar crítico sobre o sistema prisional, a exposição midiática e a linha tênue entre justiça e espetáculo.
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