RJ em Foco
Sem salários, trabalhadores do Rio Sem LGBTfobia protestam no Centro
Ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, programa está com repasses atrasados há três meses, segundo trabalhadores.
Profissionais do programa Rio Sem LGBTfobia realizaram, na manhã desta quinta-feira, um protesto em frente ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para denunciar o atraso de três meses no pagamento dos salários e cobrar a regularização dos repasses destinados à execução do convênio. Segundo os trabalhadores, mais de 400 colaboradores estão sem receber e a situação coloca em risco a continuidade de uma das principais políticas públicas de atendimento à população LGBTQIA+ no estado.
Criado por lei estadual e vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, o Rio Sem LGBTfobia mantém 24 Centros de Cidadania LGBTQIA+ em diferentes regiões do estado, com serviços de acolhimento, orientação jurídica, atendimento psicossocial e encaminhamento para políticas públicas. O programa também inclui a Escola Divinis, voltada à qualificação profissional de pessoas LGBTQIA+ e idosos. Segundo os manifestantes, a falta de repasses pode interromper o atendimento prestado diariamente à população em situação de vulnerabilidade.
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