RJ em Foco
Secretário da PM diz que câmeras corporais podem não ter registrado toda megaoperação por falta de bateria
Menezes destacou ainda que todas as premissas definidas na ADPF das Favelas foram cumpridas e que as imagens captadas pelas câmeras serão disponibilizadas aos órgãos de controle
O secretário da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Marcelo de Menezes, afirmou que as câmeras corporais dos agentes podem não ter registrado toda a megaoperação realizada nesta terça-feira. Em entrevista coletiva com a cúpula de segurança do estado, Menezes explicou que a movimentação para a saída das equipes começou ainda na madrugada, por volta das 3h, e que as baterias dos equipamentos têm duração de cerca de 12 horas.
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O secretário destacou ainda que todas as premissas definidas na ADPF das Favelas foram cumpridas e que as imagens captadas pelas câmeras serão disponibilizadas aos órgãos de controle.
— As baterias duram cerca de 12 horas. Mas começamos a nos reunir às 3h de terça-feira. As nossas tropas começaram a se movimentar às 5h. É preciso considerar que, em algum momento, há a substituição dessas baterias quando o policiamento ostensivo está em andamento. Diante do cenário em que os policiais atuavam na operação, certamente, em determinado momento, as baterias se esgotaram e as gravações foram interrompidas. Não houve oportunidade de chegar até os policiais. Como houve forte confronto, isso impediu que as baterias fossem substituídas.
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