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Governo do Rio avalia se renova concessão atual da distribuição de gás ou realiza nova licitação até 2027
Estudo sobre qual seria a melhor opção, a cargo da Fundação getúlio Vargas (FGV), está em fase de conclusão segundo secretário Nicola Miccone, da Casa Civil
O Governo do Estado está adiantado nas discussões sobre a possível renovação, por mais vinte anos, do contrato para fornecimento de gás no Rio, hoje à cargo da empresa Naturgy, ou a realização de novo processo de concessão. A afirmação é do secretário estadual da Casa Civil do Rio, Nicola Miccione, durante sua participação, na manhã desta terça-feira, em um dos painéis do evento Diálogos RJ, promovido pelo GLOBO.
Sinal verde:
Segredos da Maçonaria:
— O governo contratou a Fundação do Vargas para avaliar o valuation, que é a discussão do valor, e cenários alternativos como uma nova licitação ou a renovação da atual. Isso está em fase de conclusão e será colocado à mesa para discussão e para a decisão final, que é o governador. Olhando o cenário econômico de que é possível renovar, obviamente isso se dará na economicidade devida, ou seja, com a empresa pagando a outorga que o mercado pagaria, com os investimentos necessários para o desenvolvimento econômico do Estado colocados na mesa com um cronograma rigoroso de cumprimento e uma modernização contratual, porque é uma renovação que demandaria mais vinte anos — disse Nicola Miccione
O secretário fez a ressalva de que caso a renovação não se apresente como o melhor cenário, será dado início a um novo processo de concessão que precisa acontecer nos próximos dois anos.
— Caso (a renovação) não seja o melhor cenário, a gente parte com uma licitação, porque essa renovação precisa ocorrer até 2027. Isso trará, em qualquer das hipóteses, algum valor de outorga para o estado que será utilizado para novos investimentos em infraestrutura — disse Miccione, ressaltando que a questão tarifária será um ponto central na discussão. — A gente não pode imputar isso numa tarifa que aumente muito e tire a competitividade da indústria, ou gere impacto direto do cidadão na sua conta residencial.
A Casa Civil acompanha ainda o processo relacionado ao Museu da Imagem e do Som (MIS) que tem previsão de abertura parcial pata fevereiro do ano que vem.
— Teremos esse soft open, mas ao longo do ano (2026) será feito o processo de concessão do MIS para que nós tenhamos uma gestão privada também eficiente e blindada nos solavancos políticos de mudança de gestão, esse é o grande ponto — explicou.
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