Política

Arthur Lira vota em Flávio Bolsonaro e afirma que Brasil precisa de mudança

25/10/2026
Arthur Lira vota em Flávio Bolsonaro e afirma que Brasil precisa de mudança
Arthur Lira vota em Flávio Bolsonaro e afirma que Brasil precisa de mudança

O senador eleito Arthur Lira (PP) votou neste domingo (25), em Pilar, e declarou seu voto em Flávio Bolsonaro para a Presidência da República. Após votar, Lira defendeu uma mudança de rumo para o país e afirmou que o Nordeste também deseja novas perspectivas para o Brasil.

“Com tudo que aconteceu, o Brasil vai no caminho da mudança, vai no caminho de perseguir um rumo melhor”, disse. Para o senador eleito, o resultado da eleição pode abrir espaço para um novo ciclo de desenvolvimento, com geração de empregos e fortalecimento da economia.

Lira também ressaltou que a população nordestina espera mudanças. “O Brasil todo está irmanado, e o Nordeste vai dar também uma grande resposta de que quer, pensa, almeja e necessita de mudanças, de paradigmas”, afirmou.

Ao falar sobre as prioridades para Alagoas e para o país, o senador eleito defendeu a criação de oportunidades e criticou a “política do não desenvolvimento” e a “política da não oportunidade”. “A gente tem que gerar emprego, gerar renda”, declarou.

Sobre sua atuação no Senado, Arthur Lira afirmou que pretende trabalhar no Congresso em sintonia com Flávio Bolsonaro. “O alinhamento mais correto para o desenvolvimento do nosso Estado é com o presidente Flávio”, disse. Ele acrescentou que, no Congresso Nacional, pretende atuar com a base de apoio ao novo governo: “Nós vamos fazer muito pelo Brasil e pelo nosso Estado”.

Lira disse ainda esperar que o próximo governo contribua para reduzir as desigualdades regionais e ampliar a presença de ações positivas em Alagoas. “Com a vitória do presidente Flávio, nós vamos ter muita presença positiva do governo em Alagoas, para que a gente diminua sempre essas desigualdades regionais”, afirmou.

O senador eleito também pediu que os eleitores compareçam às urnas e respeitem o resultado democrático. “Todo mundo tem que exercer o seu direito de cidadão, de votar. Cada um vota com o que acha que é melhor. Qualquer resultado democrático tem que ser obedecido”, concluiu.