Política
Ratinho Junior anuncia apoio a Flávio Bolsonaro: 'Vamos caminhar juntos'
Alianças políticas se formam para segundo turno da Presidência
O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou neste sábado, 10, apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa pela Presidência contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"Conversei com o Flávio Bolsonaro e com o governador Tarcísio (de Freitas, São Paulo). Vamos caminhar juntos pelo futuro do nosso Brasil!", escreveu o governador nas redes sociais.
No primeiro turno, o candidato do PSD à Presidência, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, ficou em quinto lugar com 2,18% dos votos. Durante a campanha presidencial, Ronaldo Caiado chegou a anunciar que o governador do Paraná seria ministro da Infraestrutura no caso de uma eventual vitória.
Ratinho também saiu derrotado na eleição do Paraná. O candidato de seu grupo político, Sandro Alex (PSD), perdeu a disputa pelo governo do Estado para o ex-juiz Sérgio Moro (PL) no primeiro turno.
Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante), candidatos à Presidência da República derrotados no primeiro turno, vão apoiar Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da disputa. Renan Santos (Missão), que terminou em quarto lugar, liberou os apoiadores e não deve oferecer apoio nem ao senador do PL e nem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na etapa inicial, Flávio recebeu 47% dos votos, e Lula, 45%. A definição sobre o próximo presidente do Brasil acontece em 25 de outubro.
Mais lidas
-
1A CONTA NÃO FECHA
Pastor em Delmiro, salário em Maceió: folha aponta jornada de 40 horas a 290 km de distância na prefeitura de JHC/Cunha
-
2POLÍTICA
Lista dos deputados federais eleitos no Rio de Janeiro (RJ)
-
3RODOVIAS
Obras da ponte entre Penedo (AL) e Neópolis (SE) avançam e ultrapassam 60% de execução
-
4BATE-ESTACA
Quem sai de 'A fazenda' hoje? Ariela, Renê e Thaíde estão na roça, e disputa fica entre os homens, diz enquete
-
5POLÍTICA
Memes não se tornam votos: Menina da Bota, Caneta Azul e Inês Brasil têm pouco mais de 20 mil e não se elegem