Política
Tarcísio critica proteção das fronteiras e diz que Forças Armadas 'definham' sob Lula
Governador de São Paulo destaca impacto no combate ao crime organizado
O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira, 19, que as Forças Armadas estão "morrendo" e "definhando" durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, a situação compromete a proteção das fronteiras e, consequentemente, o combate ao crime organizado.
"A gente não fabrica pasta-base de droga. A gente não produz determinados armamentos, e eles entram pelas nossas fronteiras. Qual é a situação das Forças Armadas na gestão do governo Lula? Elas estão morrendo, estão definhando", declarou em sabatina da Jovem Pan News.
Tarcísio criticou o governo federal por, segundo ele, permitir o enfraquecimento das Forças Armadas e, ao mesmo tempo, anunciar investimentos e novas estruturas para a segurança pública. "Deixam as Forças Armadas morrerem e chegam aqui para dizer que vão investir em segurança pública", afirmou.
O governador também ironizou propostas de criação de gabinetes para coordenar ações conjuntas entre as forças de segurança da proposta de governo do principal candidato de oposição, Fernando Haddad (PT). Segundo ele, São Paulo já realizou 542 operações em parceria com a Polícia Federal, a Receita Federal e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
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