Internacional
Papa condena 'violência antissemita' após ataque na Austrália
Leão XIV pediu orações pelos que sofrem por causa de ataques
O papa Leão XIV pediu orações pelas vítimas da violência e condenou o antissemitismo ao recordar o ataque terrorista ocorrido no último domingo (14) contra a comunidade judaica em uma praia em Sydney, no qual 15 pessoas morreram.
O apelo foi feito nesta segunda-feira (15) durante um discurso aos doadores do Presépio, na Sala Paulo VI, e da Árvore de Natal, na Praça São Pedro, no Vaticano.
"Rezemos por aqueles que sofrem por causa da guerra e da violência; em particular, hoje quero confiar ao Senhor as vítimas do ataque terrorista de ontem contra a comunidade judaica em Sydney", afirmou o Pontífice.
Ontem, pai e filho - identificados como Sajid Akram, de 50 anos, e Navved Akram, 24 - abriram fogo contra uma multidão na praia de Bondi, em Sydney, e deixaram 15 mortos. As autoridades tratam o caso como terrorismo e suspeitam que os criminosos tinham ligação com o grupo jihadista Estado Islâmico.
O pai foi baleado e morto pela polícia no local, enquanto o filho foi desarmado por um civil e se encontra em estado crítico. Este já é considerado um dos piores massacres antissemitas fora de Israel.
"Basta dessas formas de violência antissemita! Devemos eliminar o ódio de nossos corações", concluiu o Santo Padre.
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