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BTG/Nexus: 53% consideram a economia do País ruim ou péssima

Expectativas de melhora aumentam; preocupação com saúde pública cresce.

Estadao Conteudo 17/08/2026
BTG/Nexus: 53% consideram a economia do País ruim ou péssima

Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 10, mostra que 53% dos eleitores avaliam que a economia do País é ruim ou péssima , enquanto 17% afirmam que ela é ótima ou boa . Para 28% dos entrevistados, a situação econômica está regular .

Na pesquisa anterior, divulgada em 10 de agosto, 52% avaliaram a situação econômica como ruim ou péssima. A taxa de participantes que consideravam uma economia ótima ou boa era de 17%, mesmo percentual do levantamento de hoje.

Sobre as expectativas para os próximos seis meses, 36% dos entrevistados avaliaram que a economia do País deve melhorar um pouco ou muito . No levantamento anterior, eram 33%. Já os que avaliam que a economia deve piorar são 28%, contra 31% na pesquisa anterior. Os que acham que a economia vai ficar igual são 26%, e 10% não descobriram ou não responderam.

Em relação à situação financeira pessoal dos entrevistados para os próximos seis meses, 46% dizem que deve melhorar muito ou um pouco e 12% afirmam que deve piorar um pouco ou muito . Outros 34% avaliam que a situação financeira pessoal deve continuar igual .

Ao comparar o cenário econômico atual com o governo anterior, 36% dizem que a economia está melhor no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que na gestão Jair Bolsonaro (PL), enquanto 43% avaliam que está pior .

Saúde Pública

O levantamento também mostra que a preocupação dos participantes com a saúde pública cresceu e agora está empatada em 32% com a segurança pública como os principais problemas do País. Na última pesquisa, de 10 de agosto, a segurança foi elevada como o principal problema por 35% dos participantes, e 29% optaram pela saúde.

Em seguida, apareceram corrupção (20%), educação (19%) e classe política (14%).

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 14 a 16 de agosto. A margem de erro é de 2 pp, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03317/2026 .