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Militares a bordo de porta-aviões posicionado contra o Irã enfrentam crise de saúde mental
Relatos apontam tentativas de suicídio e descontentamento com a liderança da Marinha
Militares a bordo de porta-aviões posicionado contra o Irã enfrentam crise de saúde mental, diz mídia. Uma reportagem do jornal britânico The Guardian revelou, a partir de relatos de familiares de militares e parlamentares a jornais especializados, que houve múltiplas tentativas de marinheiros norte-americanos de se jogar ao mar, diante das condições enfrentadas a bordo do USS Abraham Lincoln.
Cerca de 5 mil marinheiros fuzileiros estão há nove meses a bordo da embarcação, posicionada no mar Arábico contra o Irã. Já seriam 250 dias consecutivos sem atracar, período recorde para um porta-aviões em tempos modernos.
Segundo os relatos, uma mulher disse que sua esposa teria escrito que "gostaria de não acordar amanhã", enquanto outra mencionou que seu marido tentou pular ao mar, com medo de ser dispensado com desonra. "A Marinha quebrou a confiança entre nós e a liderança", disse outra participante.
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