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Vigilância Sanitária já apreendeu 35 toneladas de alimentos impróprios para consumo desde 2025

Órgão interditou 41 estabelecimentos em Maceió por irregularidades sanitárias que ameaçavam a saúde pública

16/04/2026
Vigilância Sanitária já apreendeu 35 toneladas de alimentos impróprios para consumo desde 2025
Fiscalização apreendeu 35 toneladas de alimentos impróprios em Maceió entre 2025 e 2026. - Foto: Visa Maceió

A Vigilância Sanitária de Maceió tem intensificado suas ações para garantir a segurança alimentar da população, atuando na prevenção de riscos à saúde e no controle da qualidade dos produtos comercializados na capital alagoana. Entre 2025 e 2026, o órgão realizou 41 interdições de estabelecimentos por irregularidades sanitárias e apreendeu cerca de 35 toneladas de alimentos impróprios para consumo.

Os produtos recolhidos, considerados inadequados, foram devidamente descartados no aterro sanitário, evitando que chegassem à mesa do consumidor. As ações fazem parte da rotina de fiscalização da Visa, que realiza inspeções diárias em locais de comercialização e distribuição de alimentos.

O órgão também recebe denúncias anônimas, garantindo sigilo ao denunciante, sobre irregularidades que possam causar riscos à saúde. As denúncias podem ser feitas pelo telefone (82) 3312-5496, de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, ou pelo WhatsApp (82) 98752-2000, com atendimento 24 horas, todos os dias.

Além da fiscalização, a Vigilância Sanitária investe em educação em saúde, promovendo a conscientização de comerciantes e consumidores sobre boas práticas sanitárias. O objetivo é reduzir riscos e assegurar que os alimentos sejam manipulados, armazenados e comercializados dentro dos padrões exigidos.

As atividades da Vigilância Sanitária seguem as diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), baseadas em legislações específicas que regulamentam o setor. Entre as exigências estão a apresentação de alvará sanitário, controle integrado de pragas, licenças de funcionamento e, em alguns casos, a presença de profissionais habilitados.

Durante as inspeções, são avaliados aspectos como condições de higiene dos ambientes, validade dos produtos, formas de armazenamento e refrigeração, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e rotulagem adequada dos alimentos.

De acordo com o chefe especial da Vigilância Sanitária, Airton Santos, as irregularidades identificadas resultam em autuações e abertura de processos administrativos. As penalidades podem variar de multas, que vão de R$ 180 a R$ 38 mil, até sanções mais rigorosas em casos de reincidência.

“A intensificação das ações reforça o compromisso do município com a saúde pública, buscando não apenas punir irregularidades, mas também promover a conscientização e a responsabilidade sanitária entre os estabelecimentos comerciais”, destaca Airton Santos.