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Resultado financeiro: Simpress registra R$ 1,8 bi de receita e cresce 11% em 2025
Líder e pioneira em outsourcing de equipamentos de TI, como notebooks, smartphones e impressoras, supera a gestão de 800 mil dispositivos sob gestão e amplia atuação em economia circular, com loja online própria
São Paulo, fevereiro de 2026 — A Simpress, empresa pioneira e líder em outsourcing (venda, locação e gestão) de equipamentos de TI e líder do setor no país, registrou receita bruta total de 1,8 bilhão de reais em 2025, com um crescimento de 11% em seu core business - oferta de hardware as a service - em relação ao mesmo período do ano anterior. No período, a companhia ampliou sua base de equipamentos gerenciados para mais de 800 mil dispositivos, um avanço de 14%, entre notebooks, smartphones, impressoras, coletores de dados, desktops, impressoras térmicas e tablets, atendendo médias e grandes organizações em todo o país. No fim de 2019, eram menos de 200 mil devices. Em 2022, 400 mil.
“Ao longo de 25 anos, construímos uma plataforma única no Brasil para operar hardware como serviço, com escala, logística, suporte e gestão de ciclo de vida. Em um cenário de aceleração digital, faz cada vez menos sentido – inclusive financeiramente – comprar hardware e precisar cuidar dele ao longo do tempo. O outsourcing é economicamente vantajoso mas, mais do que isso, ele resolve uma série de questões que muitas vezes não aparecem na planilha do CFO, como gestão do parque, manutenção, reposição, padronização, segurança e descarte”, afirma Vittorio Danesi, CEO da Simpress. “Em muitas operações, os nossos equipamentos são críticos para o funcionamento dos negócios, e a indisponibilidade de um único dispositivo pode afetar vendas, atendimento a pacientes ou a continuidade de processos essenciais. Na prática, nossos clientes trocam os imprevistos por previsibilidade e permitem que a TI foque no que realmente faz os negócios performarem”.
Com mais de 3,2 mil clientes, inclusive 7 das 10 maiores empresas do país, a Simpress possui uma operação construída para lidar com a crescente complexidade da infraestrutura de equipamentos de TI. A experiência acumulada ao consolidar o outsourcing de impressão, hoje dominante no mercado corporativo brasileiro, deu à companhia as capacidades e competências necessárias para expandir o modelo de hardware como serviço para outras categorias críticas, como PCs, mobilidade e automação, em um contexto de maior pressão por eficiência, segurança e governança.
Lançado no fim de 2019, esse novo posicionamento se reflete diretamente na dinâmica atual do negócio. Embora a impressão siga como um pilar relevante da operação, as novas frentes já respondem por 62% dos novos negócios fechados pela companhia, indicando uma mudança estrutural na demanda do mercado. Em 2021, representavam apenas 15%. À medida que a aceleração digital avança, cresce a necessidade de padronização, disponibilidade e previsibilidade da infraestrutura física que sustenta iniciativas de dados, nuvem e inteligência artificial. Não por acaso, a receita da companhia praticamente triplicou no período, saltando de 660 milhões de reais em 2019 para os atuais 1,8 bilhão de reais.
O outsourcing de PCs e notebooks foi em 2025 o principal motor de crescimento da empresa, que nasceu focada no outsourcing de impressoras. A Simpress já soma mais de 330 mil equipamentos instalados, com crescimento de 30% no período. Já a oferta de outsourcing de tablets, smartphones e de equipamentos de automação (que inclui impressoras térmicas e coletores de dados, muito usados em hospitais, laboratórios e grandes centros de distribuição de varejistas e e-commerces) cresceu cerca de 33% em relação ao ano anterior. E, por fim, o negócio de impressoras cresceu 5% no período — um resultado expressivo para um segmento já maduro e tradicional do mercado.
“Mesmo com todos os desafios econômicos em 2025, a Simpress apresentou um desempenho sólido. A demanda está crescendo consistentemente, com receita e base de dispositivos em expansão. As vantagens são tantas que, a partir do momento que um cliente adere a esse modelo, não volta atrás”, afirma Danesi. ‘’O outsourcing de equipamentos de TI permite às empresas reduzirem investimento em ativos, garantir previsibilidade de custos, manter a tecnologia atualizada e focar recursos internos no core do negócio’’.
Loja online marca estreia no B2C
Além do avanço do modelo de hardware como serviço no B2B, a Simpress ampliou sua atuação em economia circular com o lançamento, no fim de 2025, da Simpress Shop, sua primeira loja online voltada ao consumidor final. A plataforma comercializa notebooks, smartphones e impressoras remanufaturados internamente, com garantia e suporte técnico, prolongando a vida útil dos equipamentos e reduzindo o descarte eletrônico, ao mesmo tempo em que amplia o acesso à tecnologia.
A iniciativa está diretamente conectada à operação de remanufatura e logística reversa da companhia, realizada no Simpress Service Center, em Santana de Parnaíba (SP). Nesse ambiente, os dispositivos que retornam de contratos passam por processos rigorosos de revisão, reparo e testes antes de serem reinseridos no mercado, seja em novos contratos de outsourcing, seja na venda direta ao consumidor. Ao assumir a responsabilidade pelo ciclo de vida completo dos ativos, a Simpress viabiliza, em escala, práticas de ESG que seriam difíceis de implementar no modelo tradicional de compra.
A expectativa com a Simpress Shop é finalizar o próximo ano com cerca de 50 mil dispositivos vendidos e uma previsão de faturamento próxima aos 40 milhões de reais. A empresa prevê um forte potencial de crescimento para multiplicar esse valor nos próximos anos, chegando a 200 mil aparelhos comercializados de forma online em dois ou três anos. Com a entrada no mercado B2C, a Simpress amplia seus canais de receita e avança em sua estratégia de crescimento, que mira 2 bilhões de reais em faturamento até 2027.
“A Simpress Shop disponibiliza ao consumidor final equipamentos seminovos certificados que aliam tecnologia de qualidade, preços mais acessíveis e menor impacto ambiental, estendendo o ciclo de vida dos produtos com segurança, confiabilidade e compromisso com a sustentabilidade”, conclui Danesi.
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