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Taxa de informalidade atinge maiores índices no Maranhão, Pará e Amazonas, aponta IBGE
Santa Catarina, Distrito Federal e São Paulo registram os menores percentuais; dados também mostram disparidades por raça e sexo.
No quarto trimestre de 2025, a taxa de informalidade no Brasil atingiu índices mais elevados nos Estados do Maranhão (57,3%), Pará (56,7%) e Amazonas (51,6%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em contrapartida, as menores taxas de informalidade foram observadas em Santa Catarina (25,7%), Distrito Federal (27,1%) e São Paulo (29,7%).
O levantamento também revela diferenças significativas entre grupos populacionais: a taxa de informalidade entre pessoas brancas ficou em 32,2%, enquanto entre pretos foi de 40,1% e entre pardos, 42,2%.
Quanto ao recorte por sexo, a informalidade foi maior entre homens (39,2%) do que entre mulheres (35,5%).
No total do país, a taxa de informalidade alcançou 37,6% no quarto trimestre de 2025.
Taxa de subutilização da força de trabalho
Segundo o IBGE, a taxa composta de subutilização da força de trabalho no mesmo período foi mais alta no Piauí (27,8%), Bahia (25,4%) e Alagoas (25,1%).
Já os menores índices de subutilização foram registrados em Santa Catarina (4,4%), Espírito Santo (5,9%) e Mato Grosso (6,1%).
A média nacional da taxa de subutilização ficou em 13,4% no quarto trimestre de 2025.
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