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Taxa de informalidade atinge maiores índices no Maranhão, Pará e Amazonas, aponta IBGE

Santa Catarina, Distrito Federal e São Paulo registram os menores percentuais; dados também mostram disparidades por raça e sexo.

20/02/2026
Taxa de informalidade atinge maiores índices no Maranhão, Pará e Amazonas, aponta IBGE
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

No quarto trimestre de 2025, a taxa de informalidade no Brasil atingiu índices mais elevados nos Estados do Maranhão (57,3%), Pará (56,7%) e Amazonas (51,6%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em contrapartida, as menores taxas de informalidade foram observadas em Santa Catarina (25,7%), Distrito Federal (27,1%) e São Paulo (29,7%).

O levantamento também revela diferenças significativas entre grupos populacionais: a taxa de informalidade entre pessoas brancas ficou em 32,2%, enquanto entre pretos foi de 40,1% e entre pardos, 42,2%.

Quanto ao recorte por sexo, a informalidade foi maior entre homens (39,2%) do que entre mulheres (35,5%).

No total do país, a taxa de informalidade alcançou 37,6% no quarto trimestre de 2025.

Taxa de subutilização da força de trabalho

Segundo o IBGE, a taxa composta de subutilização da força de trabalho no mesmo período foi mais alta no Piauí (27,8%), Bahia (25,4%) e Alagoas (25,1%).

Já os menores índices de subutilização foram registrados em Santa Catarina (4,4%), Espírito Santo (5,9%) e Mato Grosso (6,1%).

A média nacional da taxa de subutilização ficou em 13,4% no quarto trimestre de 2025.