Geral
Serur direciona recursos próprios ao Teatro Santander e reforça novo modelo de apoio privado à cultura
Aporte será direcionado à programação, infraestrutura e cadeia produtiva das artes cênicas em um dos principais palcos do país
O escritório jurídico Serur anunciou que passará a investir recursos próprios no Teatro Santander, em São Paulo. A iniciativa ocorre em um momento em que cresce o debate sobre a necessidade de diversificar as fontes de financiamento da cultura no país, historicamente concentradas em mecanismos de incentivo fiscal.
Ao optar pelo investimento direto, o escritório, que atua em todo o país e possui unidades de negócios em São Paulo, Brasília e Recife, se soma ao movimento de empresas que buscam apoiar projetos culturais com capital próprio, ampliando a previsibilidade de recursos para equipamentos culturais e suas programações.
Localizado na zona sul da capital paulista, o Teatro Santander se consolidou nos últimos anos como um dos principais palcos de grandes produções no país, especialmente os maiores musicais, recebendo centenas de milhares de espectadores por ano e integrando o circuito relevante das artes cênicas brasileiras.
O investimento do Serur será proporcional ao porte do espaço e terá três frentes principais: manutenção da infraestrutura, viabilização da programação cultural e fortalecimento da operação técnica. O impacto se estende de forma indireta à cadeia produtiva do setor, incluindo artistas, técnicos, produtores e equipes de bastidores.
“Investir na arte e na cultura significa apoiar um ambiente que promove reflexão, diversidade e diálogo, valores alinhados à forma como o Serur enxerga seu papel institucional”, afirma Igor Caitano, Head de Marketing do escritório. Segundo o executivo, o aporte também se conecta ao papel estratégico da cultura no desenvolvimento econômico. “Investir em cultura é investir em capital humano, criatividade e inclusão, fatores associados à inovação e ao desenvolvimento econômico, com geração de empregos e expansão da economia criativa.”
A iniciativa ocorre em um contexto em que a economia criativa brasileira busca ampliar suas fontes de financiamento e reduzir a dependência exclusiva de recursos públicos, ampliando estabilidade para projetos culturais e para a cadeia produtiva do setor. “Nós, do Teatro Santander, estamos felizes por agregar o Serur como mais um parceiro ao nosso espaço, especialmente de um setor tão relevante quanto o jurídico”, destaca Marcelo Demetrius, Diretor do Santander Cultural.
Igor Caitano afirma ainda que a iniciativa seguirá rigorosamente os limites éticos da advocacia. “Não existe interesse comercial, publicitário ou de captação de clientes. O objetivo é viabilizar experiências culturais relevantes para pessoas que se relacionam com o Serur.”
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