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Alane Dias flutua na Sapucaí, mostrando energia, samba no pé e conexão com a comunidade da Grande Rio

18/02/2026
Alane Dias flutua na Sapucaí, mostrando energia, samba no pé e conexão com a comunidade da Grande Rio
Alane Dias flutua na Sapucaí, mostrando energia, samba no pé e conexão com a comunidade da Grande Rio - Foto: Mariana Almeida

A atriz Alane Dias desfilou nesta terça-feira (17) pela Acadêmicos do Grande Rio, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, em um momento que, segundo ela, “consagra todo o amor e a energia que sentimos vindos das pessoas que vivem o Carnaval. Nobre é o povo. A cultura é a coroa”.

Musa da escola, Alane surgiu com uma fantasia em paleta vibrante de pink, roxo, amarelo e dourado. O look foi composto por tiras recicladas de garrafas PET, aplicadas nas mangas e no costeiro, reforçando a proposta sustentável que a artista incorporou ao longo dos ensaios e que dialoga com a preservação dos mangues, tema central do enredo.

 “Minha fantasia carrega a nobreza que não vem do silêncio dos salões, mas do som dos tambores. Vem da rua!”, contou. O material foi desenvolvido exclusivamente para a produção, consolidando a reciclagem como parte essencial da sua narrativa estética neste Carnaval. “É muito gratificante ter esse espaço para manter, na fantasia, o caminho que estamos trilhando, com a reutilização e a conscientização sendo lemas para essa festa!”, completou.

Com o enredo “A Nação do Mangue”, a Grande Rio celebrou o movimento Manguebeat, levando para a Avenida a efervescência da cena pernambucana dos anos 1990. A escola homenageou Chico Science e exaltou a fusão de maracatu, rock e hip-hop, além da forte crítica social e ambiental que marcou o movimento. “Fiquei muito feliz em estar na Grande Rio e ajudar a contar a história deste enredo. Me comprometi ainda mais porque, quando se fala de Pará, tenho propriedade. Já conhecia a cultura do Recife e o maracatu, mas me dediquei a estudar mais, porque a Grande Rio tem esse respeito pela construção do enredo que leva para a Avenida, e nossa função como musa é honrar toda essa história que está sendo contada. Somos filhos do Mangue! Viva o Manguebeat, viva Chico Science!”, exaltou.

Alane estreou como musa da Grande Rio em 2025, no enredo que homenageou o Pará, reforçando sua conexão com narrativas que celebram identidade, cultura e pertencimento.