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Apuração das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo acontece nesta terça-feira

Classificação define as cinco escolas que participarão do desfile das campeãs e as duas rebaixadas para o Grupo de Acesso 1

17/02/2026
Apuração das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo acontece nesta terça-feira
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

A apuração das notas dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo acontece nesta terça-feira, 17, a partir das 16h. O resultado definirá as cinco escolas que desfilarão no sábado das campeãs, marcado para o dia 21 de fevereiro, além das duas agremiações rebaixadas para o Grupo de Acesso 1.

As escolas do Grupo Especial são avaliadas em nove quesitos:

- Evolução
- Samba-enredo
- Bateria
- Enredo
- Mestre-sala e Porta-bandeira
- Alegoria
- Comissão de frente
- Harmonia
- Fantasia

O critério de desempate principal é "Fantasia". Caso persista o empate, a ordem dos demais critérios é: harmonia, comissão de frente, alegoria, mestre-sala e porta-bandeira, enredo, bateria, samba-enredo e evolução.

Acadêmicos do Tucuruvi conquista Grupo de Acesso 1

A escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi sagrou-se campeã do Grupo de Acesso 1 do carnaval paulistano. A vice-campeã foi a Pérola Negra.

A Tucuruvi alcançou 269,9 pontos. Pérola Negra e Mancha Verde empataram na segunda colocação, com 269,4 pontos cada, mas a Pérola Negra ficou com o vice-campeonato pelo critério de desempate, que considera todas as notas descartadas.

No Sambódromo do Anhembi, a Acadêmicos do Tucuruvi apresentou o enredo Anti-Herói Brasil, criado pelo carnavalesco Nicolas Gonçalves e pelo enredista Cleiton Almeida, exaltando o brasileiro que resiste e luta diante das contradições do país. Em 2025, a escola retorna ao Grupo Especial após ter sido rebaixada no último carnaval.

Já a Pérola Negra desfilou com o enredo Valei-Me Cangaceira Arretada, Maria que Abala a Gira, Valente e Bonita que Vence Demanda. A escola da Vila Madalena, zona oeste da capital, narrou a trajetória de Maria Bonita, rainha do cangaço e primeira mulher a integrar um bando de cangaceiros.