Geral
Homicídio de coordenador do CRB mobiliza DHPP e mantém linhas investigativas abertas
Crime ocorreu na manhã desta sexta-feira, no bairro da Santa Lúcia; Polícia Civil descarta latrocínio e apura possível participação de mais envolvidos
Johanisson Carlos Lima Costa, de 33 anos, coordenador das categorias de base do Clube de Regatas Brasil (CRB), foi assassinado com um tiro na cabeça na manhã desta sexta-feira (23), no bairro da Santa Lúcia, em Maceió. A vítima aguardava um transporte para seguir até o Centro de Treinamento Ninho do Galo, na Barra de São Miguel, onde trabalhava, quando foi surpreendida pelo atirador.
O crime ocorreu por volta das primeiras horas da manhã e gerou forte comoção no meio esportivo alagoano. De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar no local, Johanisson não possuía histórico de inimizades. O sargento Rocha, que atendeu à ocorrência, relatou que familiares informaram que a rotina da vítima era sempre a mesma: sair de casa cedo e seguir de van para o trabalho. “Ele era um bom filho, tinha uma vida regrada e mantinha uma rotina fixa”, afirmou.
Imagens de câmeras de segurança registraram toda a ação criminosa. Os vídeos mostram Johanisson caminhando pela calçada quando um homem se aproxima em uma bicicleta e efetua um disparo à queima-roupa, atingindo a cabeça da vítima. Após o crime, o suspeito retorna pelo mesmo caminho e foge do local.
Outras imagens analisadas pela Polícia Civil mostram uma mulher falando ao telefone nas proximidades momentos antes do assassinato. A investigação apura se ela teve algum tipo de participação ou envolvimento no crime. Em um terceiro vídeo, o atirador abandona a bicicleta e foge na garupa de uma motocicleta, conduzida por outro suspeito que já o aguardava.
Inicialmente tratado como possível latrocínio, o caso teve essa hipótese descartada após a confirmação de que nenhum pertence da vítima foi levado. A Polícia Civil passou a investigar o crime como homicídio com características de execução.
A coordenadora da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegada Tacyane Ribeiro, informou que todas as linhas de investigação seguem abertas. Segundo ela, a divulgação das imagens tem como objetivo identificar os envolvidos. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no telefone 181.
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