Geral
Luizão Goulart, a Guedes: a proposta é do Ministério da Economia ou do governo?
Um dos autores do requerimento de audiência do ministro da Economia, Paulo Guedes, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o deputado Luizão Goulart (PRB-PR) cobrou uma defesa mais enfática da reforma da Previdência pelos integrantes do governo.
“Essa proposta é do Ministério da Economia ou do governo? Em que momento o governo como um todo vai sair à rua para convencer a população de que a reforma é necessária, justa e boa?”, questionou. “Nós aqui estamos sintonizados com nossa população”, avisou.
O deputado ainda lembrou que nenhuma outra categoria da população foi ouvida antes de o governo apresentar sua proposta de reforma da Previdência, diferentemente do ocorrido com as Forças Armadas, que “fizeram seu próprio projeto”. A proposta dos militares incluiu uma reestruturação de carreiras com aumento de soldos e de gratificações. “A reforma reduz privilégios, mas não pode ser incoerente (sobre militares”, criticou.
Goulart afirmou ainda que tem preocupação sobre o impacto da “redução de benefícios” provocada pela reforma nos municípios, uma vez que muitos dependem da renda de Previdência e benefícios assistenciais para sustentar comerciantes e movimentar a economia. “Até considero a reforma necessária, mas ela também não pode penalizar os mais pobres”, disse.
Autor: Idiana Tomazelli, Adriana Fernandes e Lorenna Rodrigues
Copyright © 2019 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.
Mais lidas
-
1FESTIVIDADES
Existe feriado no carnaval? Como funciona para a empregada doméstica?
-
2TRAGÉDIA
Vídeos de detetive flagrando traição foram o estopim para secretário matar os próprios filhos em Itumbiara
-
3IDEIA BARRADA
Leis municipais em vigor em Maceió restringem mudança de nomes de ruas e podem barrar troca da Avenida Fernandes Lima
-
4FENÔMENO NAS REDES
Procuradas 'vivas e fofas': zoológicos russos enfrentam filas para adquirir capivaras em meio à popularidade
-
5MERCADO INTERNACIONAL
Rússia amplia exportação de caças mesmo sob sanções, aponta revista