Cidades
Depois da morte de PM, polícia vai apurar se evento de crossfit tinha estrutura médica para atender atletas
O delegado Nivaldo Aleixo, titular do 22º Distrito Policial da Capital, vai apurar se o evento de crossfit onde morreu o PM Ismael Jeferson Marques de Andrade, neste sábado, 21, tinha todas as autorizações para funcionar e se disponibilizava de equipamentos, além de estrutura médica para atender os participantes no caso de alguma ocorrência.
A investigação policial só terá início, no entanto, assim que for protocolado um boletim de ocorrência, por parte dos familiares de Ismael Jackson.
O polícia militar morreu após passar mal durante a competição de crossfit. Em nota publicada em uma rede social, a organização do evento informou que Ismael, que tinha 28 anos, passou mal e apresentou um quadro de insuficiência renal aguda. Ele chegou a ser socorrido por uma unidade ambulatorial, porém não resistiu e morreu. Ainda segundo os organizadores, os primeiros socorros teriam sido prestados de maneira imediata por parte do evento.
Ismael Jeferson era lotado no 9° Batalhão da Polícia Militar desde o ano de 2018. Em uma publicação feita nas redes sociais, o Batalhão descreveu o soldado como uma pessoa alegre e de bom relacionamento com companheiros de trabalho.
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