Eleição sem Lula é fraude
A sentença em forma de livro (238 páginas) em que o Juiz Sérgio Moro proferiu em apenas 23 dias mostra a parcialidade apontada por muitos pelo magistrado de Curitiba no caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Um absurdo jurídico, onde o juiz federal que ratifica o “lawfare”, tenta criar dentro do ordenamento jurídico brasileiro um novo conceito de propriedade.
A lei é clara e simples: só é dono quem registra e a própria OAS nem dona do imóvel era: havia hipotecado o mesmo ao sistema financeiro como garantia de pagamento de empréstimos feitos.
O intuito da condenação de Lula em primeira instância é criar um clima de insegurança contra sua candidatura imbatível a presidência da república em 2018.
A direita e os conservadores tentarão pressionar pela condenação em segunda instância do ex-presidente Lula, pois só dessa forma estará impedido de se candidatar na próxima eleição.
Porém, um dos mais influentes políticos da atualidade no Congresso Nacional, o senador alagoano Renan Calheiros rechaça a hipótese e tem confiança de que o TRF reparará o erro do juiz de Curitiba Sérgio Moro, que condenou o maior líder da história política brasileira, apenas por convicção e sem provas.
Em todos os quadrantes do país o ex-presidente lidera as pesquisas com folga diantes dos adversários que capengam na preferência popular.
E é justamente isso que eles querem impedir. De que o povo escolha aquele que trabalha pelo povo e não está a serviço da elite e do sistema financeiro nacional como novo presidente.
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