Jogo de togas sujas
Até certo tempo bem avaliado e com a confiança da população o Poder Judiciário “surfava” como talvez o único confiável. No centro do foco da Lava Jato, julgando, prendendo e libertando políticos e empresários acusados, terminou por assistir o envolvimento de muitos de seus integrantes na lama da corrupção e da “trambicagem”, em Brasília e em todos os estados da federação. Para piorar estoura no colo dos magistrados questões como as tais verbas indenizatórias, os indecentes “auxílio moradia” e outros “penduricalhos” com o objetivo de engordar seus vultosos vencimentos, afrontando a sociedade brasileira.
Para se ter uma ideia com adicionais ao salário como indenizações, gratificações e as chamadas “vantagens pessoais e eventuais”, 718 de um total de 2.536 juízes e desembargadores da Justiça de São Paulo receberam líquido, em junho, mais do que a maior remuneração entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) naquele mês – R$ 44,3 mil. Em média, esses magistrados receberam R$ 52,6 mil líquido, contra os R$ 33 mil pagos aos 11 ministros do Supremo.
Não dá para suportar tamanha ousadia, principalmente diante de uma majoritária população que recebe míseros salários.
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