Banco Master: Operação da PF no Rio acende alerta para Maceió
Presidente e diretores do Rioprevidência, o Regime Próprio de Previdência Social do Rio de Janeiro, são alvo de buscas pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (23)
O presidente e os diretores do Rioprevidência nem acordaram e a Polícia Federal já estava batendo na porta. O regime próprio de previdência social do Estado fez um aporte de quase R$1 bilhão em fundos do Banco Master.
A PF considera que a direção da autarquia expuseram o patrimônio a risco elevado e incompatível com a sua finalidade.
A operação em terras fluminenses acende o alerta para o Prefeito JHC, que também realizou investimentos da ordem dos R$117 milhões através do IPREV. O vereador Rui Palmeira (PSD-AL) subiu o tom nesta semana ao classificar os papéis como "letras podres" e apontar o investimento como "absolutamente irresponsável".
O IPREV e seus assegurados, por sua vez, enfrenta a melancolia de perder um montante considerável em razão da irresponsabilidade dos gestores do IPREV.
Do lado de lá, JHC permanece em silêncio, sem prestar contas à população — valendo-se da máxima de que em Alagoas, o silêncio ajuda a esquecer, principalmente em ano eleitoral (e quem lembra do escândalo da SESAU?).
Por Caio Hanry Abreu – Acadêmico de Direito (Colaborador)
Este texto reflete a opinião do autor.
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