Com possível federação, Cunha só não quer aliança política com os Calheiros
Na semana passada, o senador Rodrigo Cunha (PSDB) declarou que com certeza “não estará no mesmo palanque dos Calheiros em Alagoas na eleição de 2022”.
A possível formação da federação partidária PSDB/MDB fez o parlamentar se manifestar contra a união das siglas.
A questão é que, em Alagoas, Cunha não quer está ao lado do governador Renan Filho e nem do senador Renan Calheiros, ambos do MDB alagoano, na disputa eleitoral de outubro.
O tucano, de fato, é uma oposição aos Calheiros no estado.
“Respeitarei a posição do partido, mas votarei contra a federação com o MDB e, caso esta seja aprovada pela maioria, não estarei ao lado do senador Renan, nem do atual governador Renan Filho, nas composições para as eleições deste ano em Alagoas”, disse Rodrigo Cunha.
Em Brasília, segundo fontes do Blog Kléverson Levy, decisões são tomadas e contrariam qualquer acordo no âmbito local. Já disse, inclusive, que na capital federal é onde se decide o futuro político ( ou dos políticos) em Alagoas.
Rodrigo Cunha tem todo o direito de não querer uma aliança com os Calheiros (pai e filho), mas terá que ser gigante e ‘brigar’ para manter sua posição com o tucanato nacional.
Afinal, pelas conversas de bastidores, MDB e PSDB podem, de fato, até se unirem ou oficializar uma federação com outros partidos.
De imediato, o MDB já dialogou também com o presidente do PSDB nacional, Bruno Araújo, para tratar sobre a federação, porém, sem avanços.
“Seguimos firmes na nossa candidatura presidencial e dialogando com outros partidos na possibilidade de uma convergência política densa e capaz de nos levar ao segundo turno das eleições presidenciais. Nesse instante além de estarmos no início da estruturação da campanha estamos na fase inicial de construção de possíveis federações partidárias que potencializam as chances de quebrar uma polarização política que não faz bem à sociedade brasileira”, escreveu o presidente Bruno Araújo.
Portanto, é aguardar o que virá de Brasília para, posteriormente, entender o que ocorrerá na política alagoana. Lembrando: a decisão local – sempre – vem de Brasília.
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