Alagoas
Idosa de 81 anos supera AVC, recebe alta do HRPI sem sequelas e comemora: “Eu renasci”
Atendimento rápido e equipe multidisciplinar do Hospital Regional de Palmeira dos Índios foram decisivos para a recuperação completa de Maria José Pereira.
Aos 81 anos, Maria José Pereira viveu momentos de tensão que poderiam ter terminado de forma trágica. Vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em sua cidade natal, Quebrangulo, ela foi rapidamente encaminhada ao Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI). Graças à eficiência da equipe multidisciplinar da unidade, Maria José teve a vida salva, recebeu alta médica sem sequelas e celebrou: “Eu renasci”.
O AVC aconteceu enquanto ela conversava com familiares e sentiu um peso acompanhado de dormência no braço. Pouco depois, os parentes perceberam que sua fala estava confusa e arrastada. Atentos aos sintomas, decidiram levá-la imediatamente a uma unidade de saúde em Quebrangulo. Lá, houve a suspeita de AVC e a paciente foi transferida para o HRPI.
“Tentei não preocupar minha família. Achei que fosse apenas cansaço da idade ou do dia, mas o formigamento aumentou. Graças à minha família, fui levada logo ao médico. Pensei que não fosse voltar, mas tudo correu bem e estou recuperada”, relatou Maria José Pereira.
De acordo com a equipe médica do HRPI, a rapidez no atendimento foi fundamental para o desfecho positivo do caso. O AVC, popularmente chamado de "derrame", é uma emergência médica e cada minuto conta para evitar sequelas. No caso de Maria José, o reconhecimento imediato dos sintomas pela família foi decisivo.
Durante a internação, Maria José permaneceu sob os cuidados de uma equipe multidisciplinar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HRPI. Ela respondeu bem ao tratamento, apresentou evolução clínica satisfatória e, para alívio dos familiares, não ficou com nenhuma sequela.
Após dias de observação e diversos exames, Maria José Pereira recebeu alta hospitalar e pôde finalmente retornar para casa. “Para nós, que cuidamos dela, foi extremamente gratificante acompanhar sua evolução. Ela chegou fragilizada, com dificuldade para andar e falar, mas recebeu alta médica alegre, animada e, o mais importante, sem nenhuma sequela. Agora é vida normal novamente”, destacou Tais Freitas, enfermeira responsável pelo acompanhamento da paciente.
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