Vida e Saúde

Thiago Oliveira: entenda a cirurgia realizada pelo apresentador do ‘É de Casa’

Apresentador passou por uma cirurgia de retirada da vesícula e pelas redes sociais disse que estava se recuperando bem

Agência O Globo - 03/11/2026
Thiago Oliveira: entenda a cirurgia realizada pelo apresentador do ‘É de Casa’
Thiago Oliveira, CEO e fundador da Monest - Foto: Arquivo/Divulgação

O apresentador Thiago Oliveira, do 'É de Casa' da TV Globo, passou por uma cirurgia de retirada da vesícula. Pelas redes sociais, ele agradeceu as mensagens de carinho e afirmou que estava bem.

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"Agradeço a todas as mensagens e orações que vocês fizeram. Deu tudo certo, graças a Deus. Saí do programa, vim direto para o hospital e fiz a minha cirurgia, que já estava programada há praticamente um mês", escreveu ele.

Segundo o apresentador, a cirurgia durou cerca de 50 minutos e ele já pode retomar sua vida normalmente, mas com cuidado e cautela.

A vesícula biliar é um órgão em forma de saco localizado junto ao fígado, responsável por armazenar a bile, líquido produzido pelo fígado que auxilia na digestão dos alimentos. A vesícula lança a bile no intestino, onde desempenha um papel importante na metabolização da comida.

A "cirurgia de vesícula" é a retirada desse órgão, formalmente chamada de colecistectomia. Esse procedimento é frequente e seguro, sendo indicado em diversas situações, como:

Colecistite aguda, inflamação súbita geralmente causada por cálculos biliares, acompanhada de dor intensa;

Pedras na vesícula, que podem provocar crises recorrentes de dor abdominal;

Pólipos na vesícula biliar, que exigem acompanhamento devido ao risco de malignização;

Discinesia biliar, quando a vesícula não se contrai adequadamente;

Câncer de vesícula biliar, uma condição rara, porém grave.

Cirurgia

Existem duas abordagens cirúrgicas para a retirada da vesícula. A primeira é a colecistectomia aberta, técnica tradicional que demanda uma incisão maior, mas que atualmente é reservada para casos específicos, como inflamações severas, aderências importantes ou complicações que impeçam a laparoscopia.

A segunda técnica, a colecistectomia laparoscópica, é a mais utilizada hoje. Ela consiste em um procedimento minimamente invasivo, realizado através de pequenas incisões no abdômen, proporcionando menos dor pós-operatória, recuperação mais rápida e cicatrizes discretas. Por utilizar uma câmera, essa técnica também é chamada de videolaparoscopia.

Neste caso, uma câmera é utilizada para visualizar a região, e instrumentos delicados removem a vesícula com precisão e segurança, permitindo que o paciente se recupere rapidamente.

Na maioria dos casos, o paciente recebe alta no mesmo dia ou no dia seguinte. A recuperação envolve o controle da dor por meio de analgésicos e um retorno gradual às atividades cotidianas. Atividades físicas intensas devem ser evitadas nas primeiras semanas e recomenda-se uma alimentação leve, com redução de alimentos gordurosos.