Vida e Saúde
Edema na panturrilha: entenda o problema que afastou Neymar dos gramados
Inchaço é causado pelo acúmulo anormal de líquidos na região
Após ser convocado para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo, que começa em menos de um mês, o atacante Neymar precisará se ausentar de algumas partidas pelo Santos para se recuperar de uma nova lesão.
O que é edema na panturrilha
Neymar foi diagnosticado com edema na panturrilha direita, um inchaço provocado pelo acúmulo anormal de líquidos em determinada região do corpo, sendo mais frequente nos membros inferiores.
O quadro costuma apresentar aumento de volume, sensação de peso, dor e dificuldade de mobilidade no tornozelo. As causas podem variar desde retenção de líquidos e lesões musculares até problemas circulatórios mais graves.
Em pessoas que não praticam esportes, o edema pode estar relacionado a questões circulatórias, trombose, sedentarismo e má alimentação. Já em atletas como Neymar, que possuem boa condição física, as causas mais comuns são lesões decorrentes da prática esportiva, como estiramentos, microlesões ou inflamações nas fibras musculares da panturrilha.
Sintomas do edema muscular
Os sintomas mais frequentes incluem:
- Dor localizada
- Sensação de endurecimento muscular
- Perda de potência
- Dificuldade para acelerar
Em casos mais graves, o atleta pode apresentar dificuldade para apoiar o pé, dor ao correr, limitação dos movimentos e até hematoma local.
Tratamento e tempo de recuperação
Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a origem ou gravidade do problema de Neymar. A expectativa, porém, é que o jogador esteja apto para atuar na estreia do Brasil na Copa, no dia 13 de junho, contra o Marrocos. A comissão técnica da Seleção Brasileira acompanha o caso, e, até agora, não há indícios de que Neymar desfalcará o time no Mundial.
De acordo com especialistas, edemas leves, como os causados por contusões, costumam ter recuperação rápida, muitas vezes em menos de uma semana. Já lesões que envolvem ruptura de fibras musculares podem demandar semanas ou até mais de um mês de tratamento.
O tratamento visa evitar que o inchaço provoque compressão dos nervos e agrave o quadro. Inclui repouso, período sem atividade física, aplicação de compressas de gelo – especialmente logo após a lesão – e fisioterapia em casos de dor persistente.
O retorno aos gramados deve ocorrer apenas quando o atleta não apresentar mais incômodos, para evitar o agravamento da lesão.
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