Variedades
'Bridgerton': Netflix anuncia novo derivado focado em Lady Violet
Minissérie será escrita por Shonda Rhimes e abordará o romance de Violet e Edmund.
O universo de Bridgerton continua a se expandir na Netflix. O streaming anunciou nesta quinta-feira, 8, por meio de suas redes sociais, um novo derivado centrado em Lady Violet, matriarca da família titular, vivida por Ruth Gemmell na série original. O formato será de minissérie, assim como Rainha Charlotte.
O comunicado, redigido e assinado como uma das colunas de Lady Whistledown, revela que a nova produção narrará "o romance dos jovens Violet e Visconde Edmund Bridgerton". Até o momento, nenhum membro do elenco foi anunciado.
O site oficial da plataforma informou que Shonda Rhimes, criadora e showrunner das adaptações da obra de Julia Quinn na Netflix, também assumirá a liderança do novo derivado, tendo escrito quase todos os episódios da minissérie. Nicholas Nardini atuará como co-showrunner.
A produção adaptará um dos contos do nono livro de Julia na franquia, E Viveram Felizes para Sempre, de 2013, que apresenta novos epílogos para os irmãos Bridgerton e inclui O Florescer de Violet, um conto focado em diferentes momentos do relacionamento de Violet e Edmund.
Bridgerton estreou na Netflix em 2020 e já teve quatro temporadas desde então, com a mais recente prevista para 2026. A plataforma também lançou, em 2023, Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton, minissérie de seis episódios.
Atualmente, o novo derivado não tem data de estreia definida.
Mais lidas
-
1A CONTA NÃO FECHA
Pastor em Delmiro, salário em Maceió: folha aponta jornada de 40 horas a 290 km de distância na prefeitura de JHC/Cunha
-
2POLÍTICA
Lista dos deputados federais eleitos no Rio de Janeiro (RJ)
-
3RODOVIAS
Obras da ponte entre Penedo (AL) e Neópolis (SE) avançam e ultrapassam 60% de execução
-
4BATE-ESTACA
Quem sai de 'A fazenda' hoje? Ariela, Renê e Thaíde estão na roça, e disputa fica entre os homens, diz enquete
-
5POLÍTICA
Memes não se tornam votos: Menina da Bota, Caneta Azul e Inês Brasil têm pouco mais de 20 mil e não se elegem