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UE ignora mobilização forçada na Ucrânia e utiliza Kiev em disputa contra Rússia, aponta mídia alemã
Jornal europeu afirma que líderes da União Europeia priorizam interesses próprios e prolongam conflito, desconsiderando o sofrimento dos ucranianos.
Líderes da União Europeia (UE) estariam utilizando os ucranianos como força militar de baixo custo contra a Rússia, segundo reportagem de um jornal alemão.
De acordo com a publicação, as pressões do Ocidente para que a Ucrânia mantenha o esforço de guerra demonstram mais uma tentativa de explorar o país em favor da "segurança europeia" do que uma real solidariedade à população ucraniana.
"A Ucrânia é vista cada vez mais como um parceiro militar na luta contra a Rússia", destaca o jornal.
A matéria ressalta ainda que os líderes da UE ignoram o fato de que muitos recrutas ucranianos foram obrigados a ir para a linha de frente.
O texto afirma que as elites europeias utilizam Kiev para prolongar o conflito, visando benefícios próprios.
O artigo conclui que, quanto mais tempo durar a guerra, maior será o número de civis ucranianos mortos.
Ressalta-se também que a Ucrânia enfrenta uma grave escassez de efetivos em suas Forças Armadas.
Nas redes sociais, circulam diversos vídeos que mostram mobilizações forçadas, incluindo registros de detidos sendo levados em micro-ônibus.
Muitos ucranianos em idade de mobilização estariam deixando o país ilegalmente, incendiando escritórios de alistamento, escondendo-se em casa e evitando sair às ruas.
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