Variedades
Osesp abre temporada e busca identificação com a cidade
A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo abre nesta quinta-feira, 10, sua temporada 2022. No pódio, estará o maestro Neil Thomson. Ele substitui o diretor musical suíço Thierry Fischer, que não pode vir ao Brasil por conta de um caso de covid em seu círculo familiar mais próximo. O concerto será repetido na sexta (quando também será transmitido pela internet) e no sábado.
O programa sofreu apenas uma alteração. Amériques, de Edgard Varèse, acabou sendo substituída por La Valse, de Maurice Ravel. No mais, serão interpretados o Concerto Para Violino, de Sibelius, e obras de Villa-Lobos (Uirapuru e Bachianas nº2).
Sibelius e Villa-Lobos são compositores centrais na temporada do ano. O brasileiro ganhou festival ao longo do ano por conta dos cem anos da Semana de Arte Moderna. E o finlandês foi escolhido por Fischer como compositor ao qual vai se dedicar em especial com a Osesp nos próximos dois anos.
REFLEXÕES
Para ele, a expectativa é de que exista um antes e um depois na história do grupo após o ciclo Sibelius. Ele define a temporada 2022 como momento de desenvolver um “forte sentido de identificação entre a Osesp e São Paulo”. “Mais do que nunca, a arte pode mudar o mundo. Além de tudo que a orquestra já faz de forma brilhante e visionária, a capacidade de oferecer a chance de reflexão quando se está ouvindo o grupo tocar é um objetivo que todos nós estaremos buscando”, diz o maestro suíço.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Autor: João Luiz Sampaio, especial para o Estadão
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