RJ em Foco
Ônibus voltam a circular no Rio após acordo com rodoviários
Prefeitura afirma que a circulação dos coletivos voltou ao normal, com 100% da frota do BRT e 98% da frota comum.
Após um acordo com os rodoviários do município do Rio para a suspensão da greve até a próxima segunda-feira, quando houver uma nova rodada de negociações, a prefeitura afirma que a circulação dos coletivos voltou ao normal nesta quinta-feira. Segundo o município, às 6h30, 100% da frota do BRT, com 632 articulados , e 98% da frota dos ônibus comuns, com 3.401 veículos , estavam em operação. A média diária de circulação para o horário, informada a prefeitura, é de 632 articulados e 3.464 ônibus comuns .
Estelionato amoroso:
Suposta rede de vazamento de informações:
O Rio Ônibus também afirmou que a frota de ônibus está rodando normalmente na manhã desta quinta-feira. A entidade, que representa as empresas do setor, lamentou o impacto causado pela greve na vida da população.
O Sindicato dos Rodoviários do Rio (Sintrucad-Rio) decidiu suspender temporariamente a paralisação e manter a categoria em estado de greve. Na reunião dos trabalhadores, os rodoviários pretendiam atender a um pedido feito mais cedo pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-RJ) para interrupção do movimento. Na segunda-feira, será realizada uma nova audiência de conciliação para apresentação de propostas entre as partes. A paralisação poderá ser retomada na próxima semana caso não haja avanços nas negociações com o Rio Ônibus.
O impasse acontece porque do lado dos rodoviários, a reivindicação é de aumento de 17% para funções gerais e fixação dos pisos salariais em R$ 5 mil para motoristas do BRT e R$ 4 mil para os motoristas das demais linhas, além de reajuste no vale-alimentação. O Rio Ônibus, no entanto, manteve a proposta de reajuste inicial de 4,39% .
De segunda-feira até esta quarta-feira, os passageiros viveram dias de caos por causa da greve dos rodoviários. Com menos da metade da frota circulando, o que foi visto pelas ruas foram longas filas de espera em pontos nas ruas e terminais e coletivos circulando superlotados. De acordo com relatos de usuários do transporte público, algumas vans cobravam preços abusivos.
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