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Civic raro intriga passageiros após anos abandonado no estacionamento do Galeão
Modelo EX-L Coupé 2008 da Honda, sem placas, permanece parado há pelo menos seis anos no aeroporto do Rio; origem do veículo e paradeiro do proprietário seguem desconhecidos
Um carro incomum tem chamado a atenção de quem circula pelo estacionamento do aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro. Não se trata de um modelo de luxo ou de cor chamativa, mas sim de um Honda Civic EX-L Coupé 2008, veículo raro no Brasil e que permanece estacionado, coberto por uma camada de poeira, há pelo menos seis anos.
O sedã, fabricado no Canadá e não produzido nacionalmente, se destaca por sua condição de abandono e pelo mistério envolvendo sua origem e proprietário. O automóvel, sem placas e com pneus ressecados e travados, permanece imóvel no local, aumentando a curiosidade de passageiros e funcionários do aeroporto. A empresa responsável pelo estacionamento, Estapar, foi procurada, mas não revelou informações sobre o veículo.
Imagens e teorias sobre o Civic circulam nas redes sociais, alimentando o enigma. Segundo apuração do Uol Carros, o modelo teria percorrido cerca de 20 mil km dos Estados Unidos até o Brasil. O painel exibe adesivos de seguro obrigatório de Belize e um controle aduaneiro da Guatemala, mostrando que o carro cruzou países da América Central antes de chegar ao Rio.
O Honda Civic EX-L Coupé 2008 é a versão de duas portas da oitava geração do modelo, projetada para oferecer uma condução esportiva sem abrir a mão do conforto. Equipado com motor 1.8 i-VTEC de quatro cilindros e cerca de 140 cavalos de potência, o veículo podia ser encontrado com câmbio automático de cinco marchas ou manual.
Entre os destaques do acabamento EX-L estão bancos de couro, teto solar elétrico, sistema de som premium, ar-condicionado, rodas de liga leve e itens de segurança como freios ABS e airbags frontais e laterais. O painel em dois níveis, a dirigibilidade equilibrada e a confiabilidade mecânica marcaram época no segmento.
Hoje, o que resta no Galeão é uma figura estática, coberta pelas marcas do tempo e por mensagens como “me lave” escritas na poeira, despertando a curiosidade de todos que passam e reforçando o mistério sobre sua trajetória e destino.
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