Política
Guerra em Palmeira por uma cadeira federal: Mosabelle Ribeiro e Júlio Cezar ficam fora dos eleitos na projeção da Sólon
Na disputa entre dois nomes de Palmeira dos Índios, plataforma coloca Mosabelle na sétima posição apresentada de PP/União e Júlio Cezar na terceira do PSD; simulação não define ordem de suplentes
A disputa entre Mosabelle Ribeiro e Júlio Cezar por uma cadeira na Câmara dos Deputados tem um ponto em comum na projeção divulgada pela plataforma de inteligência política Sólon: nenhum dos dois aparece entre os nove eleitos do cenário central para Alagoas.
Os dois nomes ligados a Palmeira dos Índios figuram entre as candidaturas que continuam na disputa, mas fora das vagas destacadas pelo modelo. Mosabelle aparece na lista PP/União, enquanto Júlio Cezar integra o PSD.
A publicação está disponível no perfil @solon.data no Instagram e combina, segundo a plataforma, dados eleitorais, sinais políticos atuais e 60 mil cenários simulados. Trata-se de uma projeção, sem garantia de eleição ou definição oficial de suplência.
Mosabelle aparece atrás de seis nomes
Para PP/União, a Sólon projeta quatro cadeiras no cenário central, ocupadas por Marx Beltrão, Nivaldo Albuquerque, Daniel Barbosa e Delegado Fábio Costa.
Mosabelle Ribeiro aparece na sétima posição entre os nomes apresentados no quadro, atrás dos quatro candidatos destacados como eleitos e também de Olívia Tenório e Alvinho Lira.
Sua presença entre os eleitos foi registrada em 15,5% das simulações. Na sequência apresentada pela plataforma, ela é a terceira candidata fora das quatro vagas centrais.
Isso não permite classificá-la como terceira suplente: os percentuais mostram frequência de eleição nas simulações, e o material não estabelece uma ordem projetada de suplência.
Júlio Cezar é o primeiro nome fora das vagas do PSD
No PSD, a plataforma apresenta duas cadeiras no cenário central, destinadas a Luciano Amaral e Davi Maia.
Júlio Cezar aparece na terceira posição do quadro, sendo o primeiro nome apresentado fora das duas vagas projetadas. Ele integra a composição eleita em 14,9% das simulações.
Depois dele, aparecem Silvania Barbosa e Gaby Ronalsa. Assim como no caso de Mosabelle, a posição no quadro não equivale a uma classificação oficial como suplente.

A disputa permanece aberta
Embora os dois fiquem fora da bancada central, a Sólon apresenta variações possíveis na distribuição das cadeiras. PP/União tem faixa plausível de três a cinco vagas, enquanto o PSD pode ocupar de uma a três.
Esses intervalos mostram que mudanças no desempenho das listas podem alterar a composição. Uma cadeira adicional, porém, não assegura automaticamente a eleição de qualquer candidato específico.
Também não cabe comparar os 15,5% de Mosabelle com os 14,9% de Júlio Cezar como se fossem intenções de voto. Cada um disputa espaço em uma lista diferente, e os números descrevem sua presença entre os eleitos nos cenários produzidos pelo modelo.
Na guerra política em Palmeira dos Índios por representação na Câmara Federal, a projeção apresenta um cenário desfavorável aos dois concorrentes: Mosabelle e Júlio Cezar seguem na disputa, mas nenhum integra a bancada titular escolhida como referência pela Sólon.
Os quadros e a explicação sobre como interpretar os resultados podem ser consultados na publicação da plataforma no Instagram.
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