Política

Federação PSDB-Cidadania oficializa candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará

Ciro Gomes é escolhido como candidato em convenção partidária.

Estadao Conteudo 20/07/2026
Federação PSDB-Cidadania oficializa candidatura de Ciro Gomes ao governo do Ceará
Ciro Gomes - Foto: Reprodução / Agência Brasil

Ciro Gomes será o candidato da federação PSDB-Cidadania ao governo do Ceará. O nome do candidato foi endossado nesta segunda-feira, 20, durante a convenção partidária.

A proposta é clara: colocar os desafios do Ceará no centro da discussão, com foco em soluções, desenvolvimento e qualidade de vida para a população, afirmou o diretório cearense do PSDB em publicação nas redes sociais.

A cerimônia de lançamento da campanha de Ciro ocorrerá no dia 1º de agosto, em Fortaleza.

O candidato participou da convenção desta segunda-feira de forma remota. “Estou mais do que entusiasmado; estou compenetrado da grave responsabilidade que as senhoras e os senhores colocam sobre as minhas mãos. Não sei se estou preparado, mas estou entusiasmado em levar essa bandeira à vitória”, declarou Ciro Gomes, que já governou o estado, após a escolha de seu nome.

Ciro Gomes competirá contra a chapa de seu irmão Cid Gomes, escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para concorrer ao Senado ao lado do governador Elmano de Freitas (PT), que disputa a reeleição.

O anúncio da candidatura de Cid ao Senado foi feito na última terça-feira, 14, pelo próprio Elmano, após reunião no Palácio da Alvorada.

A candidatura de Ciro foi centro de um embate na família Bolsonaro. Em junho, Michelle Bolsonaro publicou um vídeo criticando o apoio do PL à candidatura do ex-governador.

No vídeo, ela acusa o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter a humilhado por se posicionar contra o apoio a Ciro Gomes, além de relembrar insultos ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nesta segunda-feira, 20, Michelle voltou à carga, afirmando que a “direita do Ceará está vendida”, ao comentar uma declaração de Ciro Gomes sobre votar em Ronaldo Caiado (PSD) ou Renan Santos (Missão), ignorando Flávio Bolsonaro.