Política
Cleitinho critica benefícios de magistrados e aponta queda no poder de compra
Senador defende priorização de medidas para melhorar a vida dos trabalhadores
O senador Cleitinho (Republicanos-MG) afirmou, em pronunciamento no Plenário na terça-feira (7), que a principal preocupação do país deveria ser a perda do poder de compra da população. Segundo ele, embora o aumento previsto para o salário mínimo em 2027 (5,92%) não acompanhe o custo de vida da população, os magistrados recebem valores elevados a título de benefícios.
Para ilustrar a perda do poder de compra, o senador exibiu objetos no Plenário e afirmou que o valor correspondente ao aumento previsto para o salário mínimo não seria suficiente para comprar produtos básicos ou contratar serviços. Cleitinho também criticou o pagamento de verbas indenizatórias e outros benefícios aos magistrados e defendeu que o Congresso priorize o debate sobre o custo de vida da população.
Segundo o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2027 (PLN 2/2026), o mínimo passará dos atuais R$ 1.621 para R$ 1.717, um aumento de R$ 96.
— A principal pauta de que a gente deve estar discutindo aqui, tanto quem é de esquerda, quem é de direita ou quem não é nada, é o poder de compra do povo brasileiro — afirmou.
Cleitinho defendeu que o Congresso concentre esforços em medidas para ampliar o poder de compra da população e afirmou que o custo de vida dos trabalhadores deve estar no centro das discussões do Parlamento.
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