Política
Eleições 2026: Tarcísio de Freitas afirma que Flávio Bolsonaro pode vencer Lula no primeiro turno
Governador de São Paulo destaca avanço de Flávio nas pesquisas e prevê possível vitória antecipada sobre Lula
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), declarou nesta quinta-feira (16) que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, pode derrotar o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda no primeiro turno das eleições de 2026.
Durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio comentou os resultados das recentes pesquisas eleitorais, que apontam Flávio liderando numericamente o segundo turno dentro da margem de erro contra Lula. Segundo levantamento Genial/Quaest divulgado na quarta-feira (15), o senador aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Lula soma 40%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
“Observe que já houve os cruzamentos de linhas e a tendência que a gente vai ver é um derretimento gradual do Lula, um crescimento gradual do Flávio”, afirmou Tarcísio. "Tenho certeza de que o Flávio será o próximo presidente da República do Brasil. E olhe lá se essa eleição não terminar no primeiro turno."
No entanto, apesar da liderança numérica no cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro ainda não ultrapassou Lula na intenção de votos para o primeiro turno. No cenário mais provável da primeira etapa da disputa presidencial, segundo a Questão, Lula aparece com 37% e Flávio com 32%.
As declarações de Tarcísio foram realizadas após evento para solicitação de R$ 276,6 milhões em convênios destinados a municípios turísticos paulistas. Em conversa com jornalistas, o governador também criticou a abertura de inquérito do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para investigar uma suposta calúnia do senador contra Lula.
A representação enviada ao STF aponta que Flávio Bolsonaro publicou uma montagem associando Nicolás Maduro ao presidente brasileiro, indicando que Lula "será delatado" e vinculando o fato ao "fim do Foro de São Paulo", com acusações de ligação a tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro e apoio a terroristas e ditaduras.
“A crítica política não pode ser também objeto de sanção, não pode ser objeto de coação. Porque senão você tira a liberdade de expressão”, defendeu Tarcísio. "Se eu fosse pedir para abrir inquérito a todas as calúnias que eu recebo todos os dias..."
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