Internacional
Trump avalia ataques limitados no Estreito de Ormuz, diz mídia
Presidente dos EUA declarou que Irã é um 'país falido'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estaria considerando realizar ataques limitados no Estreito de Ormuz para impedir que o Irã restaure suas capacidades de radar e mísseis utilizadas para atacar navios.
De acordo com o site Axios, que cita fontes, o Comando Central dos EUA (Centcom) elaborou um plano com o apoio do chefe do Pentágono, Pete Hegseth. O republicano poderá autorizar a operação após a recente escalada das tensões no Oriente Médio.
Em declarações concedidas no Salão Oval da Casa Branca, Trump reiterou que o Irã é um Estado "falido" e descartou a possibilidade de usar armas nucleares contra os persas.
"Eles foram derrotados militarmente. Então, não [vou usar]. Eu os derroto e deveria usar uma arma nuclear? Eles possuem uma inflação de 350% e não pagam seus soldados. Isso não significa que vamos atacá-los, mas veremos o que acontecerá", declarou Trump, acrescentando que o Irã "não pode ter armas nucleares".
Paralelamente, a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã declarou que um petroleiro que teria violado os regulamentos do Estreito de Ormuz pegou fogo após atingir duas minas navais. A informação, contudo, foi classificada como "falsa" pelas autoridades americanas.
Já Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, declarou que Teerã "leva as sanções a sério" e afirmou que "a economia iraniana não precisa necessariamente entrar em colapso", mas "apenas precisará cair em si".
Além de agradecer à Europa pelo "forte apoio" às medidas econômicas contra o Irã solicitadas pelos EUA, o político americano avaliou que resolver a questão de Teerã também é uma forma de "restaurar a estabilidade" da economia global.
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