Internacional
Defesa da Itália proíbe grito de 'Sim' após hino nacional
Exclamação ao fim da música se popularizou em eventos esportivos
O Estado-Maior da Defesa da Itália emitiu uma ordem determinando que o grito de "Sì" ("Sim") ao fim da execução do hino nacional não deve mais ocorrer em "eventos e cerimônias militares de caráter institucional".
Tradicionalmente, o "Sì" é gritado após o refrão "Siam pronti alla morte, l'Italia chiamò", que significa "Estamos prontos para a morte, a Itália chamou", sobretudo em competições esportivas, como partidas de futebol da seleção Azzurra.
O documento do Estado-Maior que exige a eliminação do grito está em conformidade com um decreto do presidente da República, Sergio Mattarella, datado de 14 de março e que detalha como o hino nacional deve ser executado.
Quando o hino foi tocado em um evento natalino na sede do governo na terça-feira (23), a premiê Giorgia Meloni e sua equipe gritaram "Sì", mas os militares do regimento alpino presentes na cerimônia não o fizeram, aparentemente já acatando as novas regras.
Esse "sim", que pode ser interpretado como uma resposta enérgica ao verso "Estamos prontos para morrer", já havia sido tema de uma brincadeira durante o quarto governo do ex-premiê conservador Silvio Berlusconi.
Em um evento partidário, o hino ecoava no salão, mas, após o trecho "Estamos prontos para morrer", o então primeiro-ministro respondeu com um gesto de "mais ou menos", arrancando sorrisos do público.
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