Internacional
China aumenta sanções contra empresas de defesa dos EUA sobre vendas de armas para Taiwan
A China começou o ano com uma ofensiva contra os contratantes de defesa dos EUA, respondendo às vendas de armas para Taiwan ampliadas pelo governo Biden e dando um novo aviso ao presidente eleito Donald Trump sobre as ferramentas que Pequim pode usar para proteger os interesses nacionais.
Nesta quinta-feira, 2, o Ministério do Comércio da China colocou na lista de restrições dez empresas americanas como "entidades não confiáveis" impedidas de fazer negócios no país e disse que bloquearia outras 28 de comprar componentes não especificados que poderiam ter usos civis e militares duplos.
A maioria dos contratantes de defesa nomeados já foi sancionada pela China e tem pouco comércio com o país, ao contrário de algumas das centenas de entidades chinesas com operações nos EUA alvos de punições por Washington, como a Huawei Technologies.
Embora o impacto imediato seja provavelmente mínimo, as medidas são importantes como lembretes simbólicos do tipo de medidas que a China poderia nivelar mais amplamente contra as corporações americanas em qualquer conflito futuro.
Mais lidas
-
1PERFIL | JUSTIÇA
Quem é a juíza Elizabeth Machado Louro, responsável pelo julgamento do Caso Henry Borel
-
2ATAQUE NA PRAIA DE PIEDADE
Menino de 11 anos é atacado por tubarão e passa por cirurgia em Pernambuco
-
3ACIDENTE INDUSTRIAL
Fábrica de fogos de artifício pega fogo e causa explosões em Malta
-
4TÊNIS BRASILEIRO FAZ HISTÓRIA
João Fonseca quebra jejum de mais de 20 anos ao chegar às quartas de final de Roland Garros
-
5CASO HENRY BOREL
Atual mulher de Jairinho depõe no julgamento e minimiza relatos de violência: 'Defeito dele era a infidelidade'