Geral
Edson Fachin pretende arquivar inquérito das fake news
Decisão será formalizada após análise de procedimentos pendentes
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, declarou por meio de ofício nesta sexta-feira (9) que pretende arquivar o inquérito das fake news, aberto em março de 2019 e que ficou sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
O documento foi enviado ao ministro Luiz Fux, que havia solicitado na última quinta-feira (8) acesso a todos os processos sigilosos em tramitação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Conforme o ofício, Fachin declarou que os processos envolvendo Bolsonaro estão sem sigilo, com exceção do inquérito das fake news.
A presidência do STF identificou 108 procedimentos investigatórios relacionados ao inquérito. Após consultar quaisquer pendências à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal (PF), Fachin pretende arquivar o caso.
"Pretende-se concluir responsavelmente essa trajetória, com o exame dos procedimentos ainda pendentes e, uma vez cumpridas as etapas processuais necessárias, promover o arquivamento definitivo do inquérito."
Apenas após esta última fase é que os documentos relacionados ao processo serão enviados a Fux.
O inquérito das fake news foi aberto sete anos atrás para combater a veiculação de notícias que atingiam a honra do STF, assim como a dos seus integrantes e parentes. Moraes foi o relator do tema desde 2019, mas foi removido da posição no último mês por Fachin.
Por Sputinik Brasil
Mais lidas
-
1A CONTA NÃO FECHA
Pastor em Delmiro, salário em Maceió: folha aponta jornada de 40 horas a 290 km de distância na prefeitura de JHC/Cunha
-
2POLÍTICA
Lista dos deputados federais eleitos no Rio de Janeiro (RJ)
-
3RODOVIAS
Obras da ponte entre Penedo (AL) e Neópolis (SE) avançam e ultrapassam 60% de execução
-
4BATE-ESTACA
Quem sai de 'A fazenda' hoje? Ariela, Renê e Thaíde estão na roça, e disputa fica entre os homens, diz enquete
-
5POLÍTICA
Memes não se tornam votos: Menina da Bota, Caneta Azul e Inês Brasil têm pouco mais de 20 mil e não se elegem