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'Erro fatal': incapaz de negociar, Ocidente deve parar de provocar a Rússia, diz analista

Larry Johnson critica ações hostis da Europa e alerta para consequências

Sputnik Brasil 01/10/2026
'Erro fatal': incapaz de negociar, Ocidente deve parar de provocar a Rússia, diz analista
Analista critica postura do Ocidente em relação à Rússia e destaca necessidade de negociações. - Foto: © Sputnik / Vladimir Sergeev / Acessar o banco de imagens

Os países europeus, em especial a Alemanha, devem parar de brincar com a Rússia e provocá-la, afirmou o ex-analista da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) Larry Johnson a um canal no YouTube.

Em entrevista ao canal de Glenn Diesen, o analista confirmou que a Europa está tomando ações hostis em relação a Moscou, o que acarreta o risco de um confronto direto e, em caso de ação militar, a Rússia será forçada a usar a força para proteger seus próprios interesses.

"As pessoas no Ocidente precisam finalmente acordar, porque a Rússia não brinca. Acho que o Ocidente confundiu gentileza com fraqueza até certo ponto, e isso é um erro fatal", disse Johnson.

Na avaliação dele, devido ao fato de que os líderes europeus são incapazes de conduzir negociações normais durante os encontros com Moscou e só repetem a mesma retórica antirrussa de ano para ano, a posição do Kremlin só está ficando mais rigorosa e a probabilidade de negociações diplomáticas com o Ocidente está diminuindo.

Ao mesmo tempo, Johnson enfatizou que Moscou sempre declara abertamente seus objetivos e explica sua posição, enquanto os parceiros ocidentais de Kiev apenas sabotam o processo de resolução pacífica na Ucrânia.

Deve-se destacar que, em 23 de setembro, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou que todos os objetivos estabelecidos no âmbito da operação militar especial na Ucrânia serão alcançados.

O porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, observou anteriormente que a situação para Kiev está piorando dia a dia, tanto na economia quanto na frente, e essa tendência só continuará. Ele enfatizou que Moscou defende uma paz duradoura na Ucrânia para sempre, e não uma trégua temporária.


Por Sputinik Brasil