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Thiago Ávila é denunciado por racismo contra judeus e rebate: Israel 'comete genocídio’
Candidato a deputado federal responde a acusação após colar adesivo pró-Palestina em São Paulo.
O ativista e candidato a deputado federal Thiago Ávila (Rede-SP) foi alvo de notícia-crime apresentada ao Ministério Público pelo deputado estadual Guto Zacarias (PL-SP), após colar adesivo com slogan pró-Palestina sobre a placa da rua Estado de Israel, na zona sul de São Paulo.
Zacarias sustentou que a expressão "Do Rio ao Mar" defende a eliminação do Estado de Israel e, por ter sido colada em região com forte presença da comunidade judaica na cidade e na ocasião do Yom Kippur, configuraria preconceito por procedência nacional ou religião. Juridicamente, o Supremo Tribunal Federal (STF) enquadra o antissemitismo no conceito de racismo.
À Sputnik Brasil, Ávila afirmou que a rua carrega "o nome de um Estado que comete genocídio e que viola completamente o direito internacional", mencionando que crianças são assassinadas na Faixa de Gaza, seja por ações militares diretas quanto pela fome.
"Gerou muita choradeira por conta de um adesivo. Os sionistas choram por um adesivo, mas não choram pelas mais de 20 mil crianças mortas por Israel em Gaza. Choram por um adesivo, mas não choram pelas mais de 10 mil crianças amputadas sem anestesia em Gaza."
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