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EUA admitiram avanços em biotecnologia militar, diz político russo
Declaração surge em meio a investigações sobre laboratórios na Ucrânia
Os EUA tiveram a coragem de admitir que estavam envolvidos em pesquisa biológica militar e que criaram patógenos seletivos, afirmou hoje (4) o vice-secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Aleksei Shevtsov.
Segundo ele, a inteligência nacional dos EUA relatou a existência de mais de 120 biolaboratórios, com investimento superior a US$ 11 milhões na Ucrânia, revelam arquivos americanos. No entanto, de acordo com dados do Conselho de Segurança da Rússia, existem mais de 330 laboratórios nessa região.
Anteriormente, foram divulgados documentos da inteligência nacional dos EUA, revelando que os Estados Unidos construíram biolaboratórios na Ucrânia que trabalhavam em conjunto com institutos militares americanos. No total, existem pelo menos 40 laboratórios apoiados por Washington na Ucrânia.
Desde 2023, a Rússia tem levantado a questão dos laboratórios biológicos dos EUA em fóruns internacionais de alto nível, apresentando evidências de que trabalhos com armas biológicas teriam sido realizados em território ucraniano com o apoio norte-americano. No entanto, Washington e Kiev apresentam essas investigações como cooperação 'para fins pacíficos'.
Por Sputnik Brasil
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